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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Vem aí o melhor disco de Michael Jackson depois de Thriller



Immortal é o nome do novo espetáculo do Cirque du Soleil em homenagem a Michael Jackson. Como fizeram com os Beatles, eles remixaram todas as músicas para o show e vão lançar um album em 21 de novembro.

Veja a prévia que liberaram da faixa Immortal Megamix:



Pela lista das músicas, vai ser épico:


1. Working Day and Night (Immortal Version)
2. The Immortal Intro (Immortal Version)
3. Childhood (Immortal Version)
4. Wanna Be Startin’ Somethin’ (Immortal Version)
5. Shake Your Body Down To The Ground (Immortal Version)
6. Dancing Machine/Blame It On The Boogie (Immortal Version)
7. Ben (Immortal Version)
8. This Place Hotel/Smooth Criminal/Dangerous (Immortal Version)
9. The Mime Segment: I Like The Way/Speed Demon/Another Part Of Me (Immortal Version)
10. J5 Medley: I Want You Back/ABC/The Love You Save (Immortal Version)
11. Human Nature/Speechless (Immortal Version)
12. Is It Scary/Thriller/Ghost/Somebody’s Watching Me/Threatened (Immortal Version)
13. You Are Not Alone/I Just Can’t Stop Loving You (Immortal Version)
14. Beat It/Jam/State Of Shock (Immortal Version)
15. Earth Song/Planet Earth (Immortal Version)
16. Scream/Little Susie (Immortal Version)
17. Gone Too Soon (Immortal Version)
18. They Don’t Care About Us (Immortal Version)
19. I’ll Be There (Immortal Version)
20. Immortal Megamix: Can You Feel It/Don’t Stop Til You Get Enough/Billie Jean/Black Or White (Immortal Version)
21. Man In The Mirror (Immortal Version)
22. Remember The Time/Bad (Immortal Version)



Quero ver esse espetáculo logo!


terça-feira, 4 de outubro de 2011

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Amy Winehouse e Tony Bennett

Liberaram vídeo da última gravação feita por Amy Winehouse, um dueto com Tony Bennett, Body and Soul. Engraçado ver a cantora bem diferente do que foi divulgado ultimamente, com as tatuagens tampadas, alegre e até com o rosto mais cheinho.





A voz dela é foda demais!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Música no cinema

Ao lembrar da apresentação de Wagner Moura e Alinne Moraes em O Homem do futuro, fiquei com vontade de fazer uma lista das apresentações musicais mais memoráveis (para mim) no cinema. Começo por shows e depois passo para os filmes musicais.

De Volta para o futuro - Johnny B. Goode (Michael J. Fox):


O Homem do futuro - Tempo Perdido (Alinne Moraes e Wagner Moura):


Encruzilhada - Duelo de Guitarra (Steve Vai X Ralph Macchio):


La Bamba - La bamba (Los Lobos):
 


 Cazuza - O Tempo Não Para (Cazuza):
 Versão original:


Detroit Rock City - Detroit Rock City (kiss)


 The Jacksons, an american dream - The love you save! (Wilye Draper):



Menção honrosa por valor sentimental


As tartarugas ninja 2 - NInja Rap (Vanilla Ice):


 Xuxa - Lua de Cristal (Xuxa)
 



 Agora vai meu top com as performances em musicais, geralmente são aquelas que as pessoas saem cantando e dancando sem motivo aparente:


Grease - Summer Nights (John Travolta e Olivia Newton-John):


 Pequena loja dos horrores - Dentist Song (Steve Martin):


 Cantando na Chuva - Singing In The Rain (Gene Kelly):


Os Fantasmas se divertem - Day-o (Banana Boat Song) (Harry Belafonte):


Labirinto - Magic Dance (David Bowie):


Muita coisa ficou de fora por causa da minha memória ruim.

Mais alguém lembra de outro momento musical memorável no cinema?

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Eduardo e Mônica

A melhor propaganda que já vi.
A vivo fez um video da música Eduardo e Mônica para o dia dos namorados.
Caiu um chorinho aqui no canto do olho.






Lembrei desse clipe feito em animação que rodou bastante há um tempo atrás.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

quarta-feira, 25 de maio de 2011

New Times 2

No post anterior coloquei o vídeo da banda mais bonita da cidade com a música chiclete oração. Agora o Rafinha Bastos participa de uma paródia super legal com a música.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

New Times

Vídeo da banda mais bonita da cidade feito em plano sequência. Só isso já seria motivo para achar o vídeo genial, e tem a música que é muito boa e gruda nos ouvidos, Oração:



Lembrei da época que eu ficava vendo mtv o dia inteiro com a fita no vídeo e o dedo no rec pra gravar os clipes que eu mais gostava.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

We Are The World 2010

E saiu a nova versão de We Are The World. Claro que gera mais identificação nessa geração mas a música ainda causa arrepios, principalmente quando aparece um participante que não poderia faltar nem MORTO.





Aqui a versão original:

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Ultrajante!

Falar sobre o fim das gravadoras é chover no molhado. O assunto desse post não é esse. Estamos presenciando um momento histórico, uma virada de mesa dos músicos e consumidores em cima das grandes gravadoras, "bem sucedidos" nelas só pop stars e grandes vendedores de discos, que antigamente vendiam um milhão de cópias e hoje soltam fogos de artificios quando atingem a marca dos cem mil discos vendidos.

Então como os músicos normais sobreviverão? com muita criatividade, jogo de cintura e acima de tudo a capacidade de usar todos os recursos disponíveis na internet a seu favor. É o que o Roger do Ultraje a rigor anda fazendo. Há pouco tempo atrás ele criou um projeto inédito no Brasil, disponibilizou gratuitamente, a medida que iam gravando, as musicas do novo album da banda no portal ReverbNation.

O golpe fatal veio hoje, Roger postou no seu twitter um link com um post de um blog para download de um disco mais antigo do Ultraje.


Ultrajante, devem estar pensando as grandes gravadoras. Hoje, o velho bordão do chacrinha é cada vez mais real: "Quem não comunica, se trumbica."

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Versões literais

Mania na internet, existem dois tipos de versões literais que eu gosto, uma é em inglês, o novo cantor narra os acontecimentos do videoclipe. Hilário! A outra versão literal é moda no Brasil. Começou com a versão de uma música do Jaspion, bem antes do youtube aparecer. Mas aqui no Brasil é diferente, os tradutores acham as palavras em português no meio do Japonês, inglês e até latim.

Versões literais americanas:









Agora os clássicos brasileiros:







terça-feira, 25 de novembro de 2008

Chinese Democracy

Não vou analisar aqui faixa a faixa o novo álbum do Guns N'Roses, mesmo porque disso a internet está cheia. Vou apenas comentar. O disco é bom? Sim, mas não lembra nem de perto o Guns de 18 anos atrás. Os gritinhos estão lá, os Riffs, as baladas mas algo se perdeu nesse caminho, nesses 10 anos que esse disco ficou sendo produzido.

Chinese Democracy é aquele disco que você ouve de primeira, separa 3 a 4 músicas para levar no mp3 player, deixa lá na interminável lista e espera chegar a vez dela no modo shuffle.

Pra falar a verdade, se alguem quer ouvir um clássico, ao invés de voltar 18 anos, vamos voltar 28. Esse ano também foi o retorno do AC/DC. Clássico instantâneo, Black Ice nos transporta diretamente para os melhores tempos da banda, com músicas empolgantes e som impecável, o álbum já entrou pro meu top 10.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Entrevista com Rita Lee

Rosana Hermann indicou, pena que como quase tudo além da página principal é fechado para não-assinates. Não resisti e vou colocar aqui duas respostas geniais:

"FOLHA- O que você sente com o culto e a redescoberta do som dos Mutantes por uma nova geração? Alegria? Indiferença?
RITA - Parabéns, você é a milionésima pessoa que me pergunta isso. Fico orgulhosa de saber que o som daquele trio sempre esteve anos-luz à frente do seu tempo. "

"FOLHA- Foi mal a falta de originalidade jornalística, mas os Mutantes fazem parte de sua carreira; todo repórter tem de perguntar. A propósito, você vai tocar alguma dos Mutantes neste show?
RITA - Meu, se eu fosse você aproveitaria para fazer uma pergunta diferente sobre Mutantes, como por exemplo: Rita, porque nesse revival os Mutantes não tocaram nem uma música composta depois que você saiu? E agora, dona Aurora? "

Link para a entrevista completa.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Música Propaganda Bradesco Planeta

Muita gente está encontrando esse blog buscando no Google pela música da propaganda do Bradesco, aquela mesma narrada pelo capitão nascimento.

A música é de uma banda chamada "The Verve" e se chama Bittersweet Symphony, para minha surpresa, descobri que foi composta por Keith Richards, Mick Jagger e Richard Ashcroft. Os vovôs do Rolling Stones.

Confiram a letra abaixo e vejam o videoclipe mais abaixo ainda:


The Verve - Bittersweet Symphony
Keith Richards, Mick Jagger and Richard Ashcroft
'Cause it's a bittersweet symphony, this life
Try to make ends meet
You're a slave to money then you die
I'll take you down the only road I've ever been down
You know the one that takes you to the places
where all the veins meet yeah,

No change, I can change
I can change, I can change
But I'm here in my mold
I am here in my mold
But I'm a million different people
from one day to the next
I can't change my mold
No, no, no, no, no

Well I never pray
But tonight I'm on my knees yeah
I need to hear some sounds that recognize the pain in
me, yeah
I let the melody shine, let it cleanse my mind, I feel
free now
But the airways are clean and there's nobody singing
to me now

No change, I can change
I can change, I can change
But I'm here in my mold
I am here in my mold
And I'm a million different people
from one day to the next
I can't change my mold
No, no, no, no, no
I can't change
I can't change

'Cause it's a bittersweet symphony, this life
Try to make ends meet
Try to find some money then you die
I'll take you down the only road I've ever been down
You know the one that takes you to the places
where all the things meet yeah

You know I can change, I can change
I can change, I can change
But I'm here in my mold
I am here in my mold
And I'm a million different people
from one day to the next
I can't change my mold
No, no, no, no, no

I can't change my mold
no, no, no, no, no,
I can't change
Can't change my body,
no, no, no

I'll take you down the only road I've ever been down
I'll take you down the only road I've ever been down
Been down
Ever been down
Ever been down
Ever been down
Ever been down
Have you ever been down?
Have you've ever been down?


segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Deu no G1: Jackson Five vai se reunir para turnê em 2008


Tá bom, mas só se for para cantar muita coisa nova. Se vierem cantando só as mesmíssimas músicas que cantaram no Especial da Motown e no show do Michael Jackson em 2001, é melhor ficar em casa.

Aqui o histórico show da Motown em 1984:




Aqui o show do Michael Jackson em 2001, reunindo os irmãos:




A apresentação é a mesma, só mudou a cor e a conta bancária do Michael.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Para mim e para você, o CD teve vida curta

Eu não sei quantos obituários eu já li recentemente sobre a morte do CD. Eles têm aumentado cada vez mais (os obituários). Como se alguém quisesse desferir, definitivamente, o golpe fatal. Muitos "bateram na trave". Como aquele sujeito que anunciou o fim da gravação de "clássicos", porque não compensa mais pagar as orquestras e os executantes (que pedem cachês espalhafatosos).

Eu tenho, obviamente, a minha teoria. A diferença é que não quero (nunca quis) matar o CD (para depois anunciar o feito em altos brados). Afinal, eu tenho uma relação afetiva com ele (com o CD).

Passei metade da minha vida ouvindo CDs (a outra metade ouvindo LPs). Ainda lembro do primeiro amigo que ganhou um CD de Natal. Era como uma jóia rara; um objeto que tocávamos com as pontas dos dedos, maravilhados. (Depois o CD se vulgarizou, e todo mundo cravou nele o seu polegar e a sua impressão digital.) Até hoje, se vejo alguém pegando o CD sem ser pelas bordas, sinto uma dorzinha funda no coração. Pobre CD (agora até querem matá-lo...).Embora muita gente tenha xingado o CD em termos sonoros (se comparado às velhas "bolachas"), para nós, na puberdade, aquilo era um milagre. Era compacto e era preciso (não era mais necessário arrastar o "braço" até a faixa, e correr o risco de "arranhar" todo um lado). A execução era nítida, sem nenhum chiado (o CD era imune a toda e qualquer poeira; não sofria interferências através da agulha). Era bonito (com aquele efeito prismático: da luz que batia e produzia um arco-íris sobre a face "tocável"). E era – se a expressão já tivesse sido inventada – "o máximo".

De repente, ninguém sabia mais o que fazer dos velhos long-plays (eu tenho os meus até hoje). Nosso desejo era trocar tudo por CD, mas, como o CD era caro, seríamos obrigados a passar nossa discoteca a limpo: compraríamos, em CD, apenas o que tivéssemos de melhor (em LP). E eu passei anos selecionando os álbuns que cobiçava: só adquiriria (em CD, porque em LP alguns já nem havia mais) quando valessem mesmo a pena (comprar). Era uma espécie de preciosismo que, com o LP, nunca houve (eu economizava no lanche e, depois, comprava um LP no supermercado – para você ver como era barato...).

Eu comprei meus primeiros CDs nos Estados Unidos (na minha época, havia aquelas viagens tipo Stella Barros – quando o dólar não era uma exorbitância e quando a classe média ameaçava prosperar). Os CDs de lá vinham naquelas caixas de papelão compridas, que reproduziam as capas e que nós tínhamos dó de jogar fora. Adquiri, também (é óbvio), um CD player – e escutava no quarto do hotel extasiado.

Eu amava os meus CDs e poderia escrever todo um parágrafo sobre as gerações de estantes que fui acumulando ao longo dos anos. Desde aquelas que deixavam os disquinhos de pé, de frente e meio inclinados – para serem manuseados em fila indiana –, até as "colméias", que podem preencher uma parede inteira e que são percorridas longitudinalmente com os olhos. Tenho também, claro, um suporte ou uma estante que gira (para algumas centenas de discos, mas que acaba toda tomada), e já fui aconselhado a guardá-los todos sem caixas (mas e o encarte?, e o projeto gráfico?).

Lembro que as capas dos LPs ficavam amassadas e era um martírio emprestar um álbum. Tinha um amigo que era "mestre" em devolver os discos sem o encarte interno (também em papelão ou em papel melhor) e eu tentava proteger a minha coleção usando plásticos grossos que adquiria no centro da cidade. Com o CD, tudo isso acabou (muitos reclamam, com razão, do fim da "arte", mas a impressão que tenho é que ficou mais fácil conservar). A caixa do CD era dura e, se ficasse gasta ou arranhada, bastava trocar – sem prejuízo para a capa e o encarte, que se mantinham intactos (não a salvo, logicamente, dos amigos descuidados, que faziam o diabo...).

Outra coisa que sempre leio (ou ouço falar) é que "comprar CD" (original, não-"pirata") virou coisa de quem tem mais de 30 anos. E a justificativa acompanha em uníssono (por parte dos compradores): – "É que eu gosto de pegar, de conhecer as letras, de ver o encarte...". Tenho a impressão, novamente, de que essa turma pegou a fase do LP, aprendeu a valorizar o recheio não-musical do "álbum" e, hoje, ainda faz questão de ter uma capa decente ("não-xerocada") e o projeto todo da maneira como foi concebido pelo autor (com contracapa, créditos, fotos, terceira e quarta capas). Mas então chegamos a uma questão crucial, mesmo para quem ama os CDs originais: – Como pagar R$ 40 (US$ 13,33) por uma coisa que está sendo vendida, na esquina, a R$ 5 (US$ 1,67) – oito vezes mais barato?

Todo sentimentalismo escorre pelo ralo, ainda mais quando se pode copiar – em casa – aquele CD do seu amigo, do seu irmão, da sua namorada por R$ 1 (preço do disquinho "virgem", descontando, é claro, o custo do gravador, que, a longo prazo, se dilui no total).

Eu confesso que me rendi à pirataria doméstica, como, aliás, todo mundo que ama música, que tem alguma queda por tecnologia e que não pensa duas vezes ao presentear entes queridos ou ao duplicar aquele CD que, para si, tem tanto significado... Então chegou o Kazaa, a troca de arquivos pela internet, e eu – que havia resistido bravamente em rodar o programa que traz vírus, gera processos e arruinou gravadoras – instalei o software e tive minha primeira experiência num universo pós-CD (pós-"suporte", na verdade).

Foi indescritível. Em poucos dias (ou sessões de download), reuni faixas inéditas de um certo conjunto, que procurava há mais de dez anos (há um terço da minha vida, portanto). Gravei meu primeiro CD 100% pirata (ainda não sou tão adepto do MP3 – sou da geração CD, lembram?) e fui escutar no carro. Não acreditei no resultado. Não era perfeito, mas era quase perfeito. E eu vivenciei minha segunda "revolução" musical (a primeira foi a do CD – e não a dos Beatles).

Aí me convenci, serenamente, de que o CD vai mesmo acabar. As discotecas do mundo inteiro vão, um dia, estar acessíveis na internet. Os preços do disquinho (original) se tornarão mais e mais extorsivos. Só nos restará adquirir CD-Rs (ou o que for até lá) por R$ 1 (ou menos) e montar nossas próprias "estantes" reais (ou virtuais). Eu amei o CD e queria que ele tivesse durado a eternidade, mas, como você, não consigo fechar os olhos para a realidade atual. Tchau, CD, foi bom te conhecer.

por Julio Daio Borges / Digestivo Cultural

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Los Hermanos

Dois momentos hilários de entrevista com a banda Los Hermanos, no primeiro vídeo, a repórter desenterra uma parceria com Elis Regina e logo apresenta o vocalista Marcelo Campelo... já o segundo vídeo, mais famoso é um pega entre Rodrigo Amarante e um repórter que só conhecia a Ana Júlia.